Musicas da Semana

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Iron Maiden: Brasil é destaque no crescimento da banda

Não só a sua música pode proporcionar uma alegria incomparável para os fãs de heavy metal, como o IRON MAIDEN pode também estar favorecendo seu país a sair da recessão.
Em um relatório publicado na sexta-feira pela London Stock Exchange, intitulado de "As 1.000 Empresas que Inspiram o Reino Unido", a banda foi apontada como uma das principais empresas de música que mais crescem no país. A Iron Maiden LLP, empresa do grupo, é uma das seis empresas de música que superam outras do setor. Outros nomes incluem o aplicativo de música Shazam, Kobalt Music Group e a biblioteca de produção de música Audio Network.
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Usando bilhões de dados em tempo real a partir de fontes como tráfego de e-mails, transações financeiras, PCs com acesso à internet e escritórios, o Iron Maiden se classifica na faixa entre 10 e 20 milhões de liras de faturamento. O sucesso financeiro é atribuído à sua sempre crescente base de fãs ao redor do mundo, especialmente pela internet.
De acordo com a Musicmetric, nos 12 meses que se encerram no dia 31 de maio de 2012, a banda ganhou mais de 3.1 milhões de fãs nas redes sociais, durante a sua Maiden England world tour, que foi de junho de 2012 a outubro de 2013, a sua base aumentou para 5 milhões de fãs online, com sua crescente popularidade significativamente na América do Sul.
"Os dados de BitTorrent do Iron Maiden mostram que o Brasil é um grande impulsionador de fãs - e o Brasil sendo um dos maiores países de compartilhamento de arquivos do planeta, é um forte indicador de popularidade", disse Greg Mead, CEO e co-fundador da Musicmetric.


Os Beatles no Brasil em 1965... Capa da revista de 1965.

  The Beatles no Brasil?



 Capa da revista Intervalo de setembro de 1965. Diferentemente do que dá a entender, a reportagem fala que os Beatles não iriam visitar o Brasil.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Vídeo raro do Metallica de Garage Inc vem à tona após 15 anos...

15 anos depois de seu lançamento, o CD duplo “Garage Inc.”, do METALLICA, é celebrado esse mês com a disponibilização em vídeo digital, do EPK – abreviação de ‘electronic press kit’ – do álbum.


O vídeo, que fora distribuído originalmente para emissoras de TV e grandes varejistas em fita profissional Beta à época de sua comercialização, tem cinquenta minutos, e inclui a banda em estúdio, momentos de lazer, discutindo sobre o material que seria incluso no disco,entrevistas, fotos para a capa, etc.
Dirigido por Adam Dubin [conhecido pelo home vídeo “A Year And A Half In The Life of Metallica”], trata-se de material bastante interessante, não tão conhecido assim pelos fãs, e que agrada em especial aos admiradores da era ‘Jason Newsted’ do Metallica, já que esse seria o último registro em estúdio do baixista com a banda.
Discografia:
Álbuns d

e estúdio

Porque o dia 13 de julho é o dia Internacional do Rock?

terça-feira, 26 de novembro de 2013

As raízes do rock do blues rural à Elvis Presley



O livro As raízes do rock, de Florent Mazzoleni (Companhia Editora Nacional, 223 páginas R$ 49,90) traça a trajetória do rock’n’roll, dos campos de algodão do Sul dos Estados Unidos até o estouro da boiada, em 1956, quando Elvis Presley, com Heartbreak hotel, e depois Don’'t be cruel e Hound dog, começou a abarrotar os cofres da RCA, que comprou seu passe à pequena Sun por espantosos 35 mil dólares. O livro ostenta uma riqueza de ilustrações que, por si só, já contam a história. São cartazes, fotos promocionais, recortes de publicações da época, anúncios das diversas gravadoras em que foi fermentado o rock.
As raízes do rock (com boa tradução de Andrea Gotlieb Castro Neves) tem capítulos sucintos em textos, mas é extremamente bem informativo, abordando facetas a que boa parte das obras assemelhadas não dão atenção. As pequenas gravadoras, por exemplo. Ao contrário do Brasil onde raramente gravadora tem som próprio (com as inevitáveis exceções), nos EUA, principalmente os selos dedicados aos race records (discos gravados por negros) – King, Imperial, Aladdin, Sun, Peacock, Aristocrat – foram algumas das gravadoras que hospedaram os artistas, cuja música desaguaria no híbrido rock and roll.
A King Records era de Cincinnati, Ohio, como a maioria das empresas nanicas do ramo, era iniciativa de um judeu, Syd Nathan, que contratava brancos e negros, estes últimos raramente gravavam música de branco. Porém os grupos brancos estavam liberados para gravarem rhythm and blues e country. Foi desta aproximação que surgiu um novo ritmo. Na King Records gravaram, entre outros, Little Willie John e Hank Ballard, este o autor de The twist, que deu origem à dança e a um dos maiores sucessos da era do rock and roll, com Chubby Checker. Porém o maior nome da King foi James Brown, que ali começou em 1955.
A Imperial, de Los Angeles, foi a casa de Fats Domino, um dos mais influentes cantores da era pré-rock and roll (Paul McCartney fez Lady Madonna não apenas influenciado por ele, mas para o próprio Fats Domino gravar). Também da Imperial foi o seminal T-Bone Walker, pioneiro no uso da guitarra elétrica no blues. Vinte e cinco anos antes de Jimi Hendrix, ele já tocava com o instrumentos nas costas, entre as pernas, ou puxava as cordas com os dentes. Sua guitarra a Gibson Es-520, na época chamada de spanish electric guitar, por sua influência, foi adotada por B.B. King. Com exceção da Sun, de Memphis, a gravadora onde se delineou com mais clareza o rock and roll foi a Specialty, também de Los Angeles. Entre seus astros estavam Lloyd price, e Little Richard, um dos pais do rock.
A Sun Records já foi assunto de dezenas de livros. O rock’n’roll teria surgido sem ela, mas não seria o mesmo. Em Raízes do rock, a Sun e a música de Memphis merecem um capítulo à parte. Sam Phillps, o dono da Sun Records, foi um visionário: “Com a chegada da modernidade nascida no pós-guerra, com máquinas colheitadeiras de algodão gigantes, com as mudanças que estavam acontecendo na sociedade, eu sabia que o blues não duraria para sempre em sua forma mais pura” (de uma entrevista de Phillips transcrita no livro). A Sun chegou a ter no cast, ao mesmo tempo, cinco pais do rock and roll: Elvis Presley, Carl Perkins, Roy Orbinson, Jerry Lee Lewis e Johnny Cash.
“Em 1956, um instituto de pesquisas americano mostrou que 13 milhões de jovens dispunham de uma renda anual total de sete bilhões de dólares... O adolescente da classe média dispunha de 10,55 dólares por semana. Essa renda média era desmedida em relação às décadas anteriores”.
Dois objetos de consumo contribuíram para que Elvis Presley vendesse milhões e milhões de discos. Duas invenções básicas. O compacto em 45 rotações, comercializado a partir de 1949, foi feito para o rock and roll. Bem mais baratos do que os bolachões de 78rpm, custavam apenas 99 centavos de dólar, qualquer garoto podia comprar um. Ou colocar uma ficha na jukebox para ouvir sua música preferida.
Depois veio o radinho de pilha. O primeiro transistor portátil foi posto à venda em 18 de outubro de 1954. Foi uma revolução. Com ele, o adolescente não precisava mais escutar a música dos pais, no rádio da sala. Levava o radinho a pilhas para onde quisesse, e ouvia nele o que desejasse, principalmente rock and roll e emissoras dedicadas ao rhythm and blues.
As raízes do rock é de um poder de concisão admirável. Em 12 capítulos curtos, passeia pelos diversos afluentes que desaguaram num grande rio chamado rock and roll, com capítulos mais longos para Memphis (Berço do rock ‘n’roll), Os reis do rock (Bill Halley /Fats Domino), Elvis e demais príncipes da corte (O Rei Elvis, that’s all right mama), até o epílogo, intitulado A morte do rock‘n’roll. A data de óbito é convencionada como 3 de fevereiro de 1959, quando caiu o avião que levava Buddy Holly (e também Richie Valens e Big Bopper), sem deixar sobreviventes.
As raízes do rock acrescenta ao atestado a entrada de Elvis Presley no Exército, em 1958, a conversão de Little Richard ao evangelho, durante um voo para a Austrália, e a prisão de Chuck Berry, por atravessar ilegalmente a fronteira do Missouri com o Kansas, acompanhado e uma menor de 14 anos.
Hoje o rock é a música popular do mundo. Nos Estados Unidos, onde nasceu, é difícil acreditar que em 1956, no começo do reinado de Elvis Presley, em Nova Orleans, no Sul do país, o Conselho de Cidadãos distribuiu um panfleto com o texto: "“Atenção! Pare. Ajude-nos a salvar a juventude americana. Não comprem esses discos de negros (se vocês não querem atender negros em seus estabelecimentos comerciais, então não ponham discos negros em suas radiolas e não escutem discos negros nas rádios). Os gritos, as letras idiotas e a música selvagem desses discos enfraquecem a juventude branca da América. Liguem para os locutores das estações de rádio que difundem este tipo de música e reclamem. Não deixem seus filhos comprarem ou ouvirem esses discos de crioulos”".
Continuam ouvindo até hoje.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Axl Rose recusou US$ 50 mil para sair do Guns N' Roses no começo da carreira

   O produtor musical Kim Fowley revelou a um site que Axl Rose recebeu uma proposta de US$ 50 mil para deixar o Guns N" Roses no começo da carreira, mas recusou o dinheiro por acreditar no potencial da banda. A proposta foi feita antes do grupo assinar um contrato com a gravadora Geffen. As informações são do site NME.
Em entrevista ao site Ultimate Guitar, Fowley contou que um empresário muito rico o procurou, pois estava procurando um cantor promissor para integrar uma nova banda que estava formando. Ele apresentou Axl ao empresário, que teria ficado muito interessado em seu talento e o levou para conhecer os membros da banda
Segundo Kim, ele e Rose receberam uma proposta para trabalhar com o grupo: "Ele [o empresário] nos disse 'Vocês são ótimos. Eu quero ser seu empresário e quero Kim como produtor'. E ele ofereceu uma maleta com US$ 50 mil em dinheiro para Axl".
O cantor recusou a proposta, falando que sua banda valia mais do que o dinheiro na maleta. "Axl disse para ele 'Com todo respeito, senhor, seja lá quem você for, isso não é suficiente para os Guns N' Roses. Vamos ser muito maior do que isso. É uma perda de tempo. Vou dizer não educadamente e ir embora. Vou fazer muito mais dinheiro do que isso no nosso primeiro contrato".
"Por que você não investe nesses caras aí?", falou, referindo-se aos integrantes da banda desconhecida. "Eles merecem. Provavelmente não são tão bom quanto nós, mas, se você vai desperdiçar dinheiro, é melhor desperdiçar com eles. Agora eu preciso ir ensaiar. Foi legal ver todos vocês. Adeus".
De acordo com Fowley, o cantor foi aplaudido por todos que estavam no local. O Guns N' Roses foi contratado posteriormente por US$ 75 mil pela Geffen Records.
Assista Guns N Roses - Music Machine 1986 SHOW COMPLETO
                                           

Black Sabbath não teve culpa em volta ao vício de Ozzy Osbourne

Durante o making of do novo álbum do BLACK SABBATH, "13", o vocalista do grupo, Ozzy Osbourne, voltou ao vícios que lhe perseguiram através da carreira - ele previamente estava sóbrio há sete anos - e como resultado seu casamento ficou balançado.
"Não foi o BLACK SABBATH." Respondeu Ozzy a Revolver Magazine, na edição de dezembro/janeiro, desmentindo qualquer dúvida que a reunião da banda para a gravação de "13" tenha contribuído para o seu lapso. "Eu sou um alcoólatra."
"É a minha doença". Continua. "Se eu não for às reuniões, eu digo a mim mesmo: 'Você pode ter um pouco disso'. 'Você pode fumar isso', ou o que quer que seja. A próxima coisa que você vê, estão sozinho em algum lugar de Los Angeles sem saber o porquê. Eu sou meu pior inimigo. A ideia de tomar um drink ou fumar um baseado, ou uma carreira de cocaína, ou o que quer que seja, minha vida inteira pediu isso. É uma coisa ruim. Eu não bebo por talvez 9 meses."
O vocalista contou à Revolver que sua reconciliação com sua esposa, Sharon, aconteceu "de forma muito difícil." Após uma risada tímida, ele disse: "Ela sabe tudo sobre isso. Quando você está preso em um maldito quarto de hotel no meio do nada e com tempo em suas mãos... você passa o resto do tempo na sua cabeça em seu próprio lugar, com seus próprios meios. É uma merda."
Ozzy Admitiu que usou drogas e álcool através de sua página no Facebook em abril.